PERGUNTA – Renata Padilha:
"Após o conhecimento e a reflexão sobre o processo cognitivo da escrita, quais são os benefícios deste estudo na prática da escrita?”
Acredito que após conhecer o processo cognitivo da escrita passamos a encará-la de outra maneira, com mais seriedade, compromisso, entendendo que existe a necessidade de estudar para escrever, de se preparar para a escrita. A escrita não vem como dom, ou como processo de inspiração, mas depende do esforço do escritor, da busca por melhora, da sua racionalização a cerca do conteúdo desejável. Quando concebemos que a escrita também passa por um procedimento na nossa cognição, passamos a não escrever apenas em busca do nosso próprio prazer, mas escrever com maturidade o que nos for proposto e assim nos presentear com o trabalho realizado.
SEJA BEM VINDO!!!
Sinta-se à vontade para refletir sobre o rico meio de se comunicar.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Resposta - Os leitores silênciosos
PERGUNTA - Elis:
“A passagem da leitura oral para a leitura silenciosa, nos trouxe diversas mudanças positivas. No entanto, a oratória que tanto era valorizada, quase foi extinta, ficando hoje restrita a poucos eventos como discursos políticos, saraus, ou aulas e conferências. O que ganhamos e o que perdemos nessa trajetória?”
Na trajetória da leitura oral para leitura silenciosa, ganhamos muita autonomia, liberdade senso crítico e enriquecimento filosófico, uma vez que temos um contato mais intimo com nossa própria leitura. Podemos ler dentro do nosso tempo e espaço, refletir melhor sobre o tema, analisar outras leituras para tecer comparações, e dessa maneira nos apropriar de um conhecimento muito mais amplo e enriquecido. No entanto, deixando de lado a leitura oral, perdemos um pouco do prazer de compartilhar e de se relacionar com o outro. À medida que trancamos nossos conhecimentos apenas a nós mesmos, não abrimos para discussão com o próximo, e deixamos de adicionar na vida de outros um novo saber.
“A passagem da leitura oral para a leitura silenciosa, nos trouxe diversas mudanças positivas. No entanto, a oratória que tanto era valorizada, quase foi extinta, ficando hoje restrita a poucos eventos como discursos políticos, saraus, ou aulas e conferências. O que ganhamos e o que perdemos nessa trajetória?”
Na trajetória da leitura oral para leitura silenciosa, ganhamos muita autonomia, liberdade senso crítico e enriquecimento filosófico, uma vez que temos um contato mais intimo com nossa própria leitura. Podemos ler dentro do nosso tempo e espaço, refletir melhor sobre o tema, analisar outras leituras para tecer comparações, e dessa maneira nos apropriar de um conhecimento muito mais amplo e enriquecido. No entanto, deixando de lado a leitura oral, perdemos um pouco do prazer de compartilhar e de se relacionar com o outro. À medida que trancamos nossos conhecimentos apenas a nós mesmos, não abrimos para discussão com o próximo, e deixamos de adicionar na vida de outros um novo saber.
domingo, 20 de junho de 2010
Resposta - O Hipertexto e a internet
PERGUNTA - Barbara:
"Hoje em dia, vivemos em uma sociedade em que a tecnologia está cada vez mais presente. Com a chegada do hipertexto, como podemos usufruir da melhor maneira possível de suas ferramentas, afim de aumentar o conhecimento/informação sobre o assunto abordado?"
Não há dúvidas de que o hipertexto é uma ferramenta indispensável nos dias de hoje, através desta temos mais autonomia e podemos navegar livremente pela internet. Para usufruirmos do hipertexto da melhor maneira, temos que encará-lo como uma ferramenta de apoio em nossas pesquisas. No entanto para não nos perdermos em nossa leitura e segui-la até o final, temos que cuidar para não haver grandes distrações com os links. Se assumirmos um caráter investigativo, de pesquisa acredito que o hipertexto terá muito a nos acrescentar e apoiará a nossa busca pelo conhecimento.
"Hoje em dia, vivemos em uma sociedade em que a tecnologia está cada vez mais presente. Com a chegada do hipertexto, como podemos usufruir da melhor maneira possível de suas ferramentas, afim de aumentar o conhecimento/informação sobre o assunto abordado?"
Não há dúvidas de que o hipertexto é uma ferramenta indispensável nos dias de hoje, através desta temos mais autonomia e podemos navegar livremente pela internet. Para usufruirmos do hipertexto da melhor maneira, temos que encará-lo como uma ferramenta de apoio em nossas pesquisas. No entanto para não nos perdermos em nossa leitura e segui-la até o final, temos que cuidar para não haver grandes distrações com os links. Se assumirmos um caráter investigativo, de pesquisa acredito que o hipertexto terá muito a nos acrescentar e apoiará a nossa busca pelo conhecimento.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Resposta - O ato de ler
PERGUNTA - Flávia:
"Ao conceber a atividade da leitura como sendo um diálogo que se estabelece entre o leitor e o autor através do texto, nos deparamos com uma pluralidade da leituras. Em sua opinião, quais os pontos positivos e negativos desse fato para o ensino da leitura?"
Quando tomamos prazer pela leitura, percebemos que o ato de ler não significa simplesmente introduzir para nossa mente palavras expostas num papel,percebemos que o texto não está estático, morto.
Ao terminarmos um texto ou um livro, no qual o tema nos interessou bastante,notamos que houve algo diferente nesta leitura, conversamos com o autor, debatemos em nossa mente suas palavras, estabelecemos um diálogo entre indagações, descobertas, críticas e ousadias de ir além das palavras do texto. Ou seja, acabamos de realizar uma leitura prazerosa, dinâmica, e cheia de vida.
Nesta dinâmica, e provavelmente, neste debate entre autor e leitor, ocorreu a total autonomia do leitor que pode escolherer em qual caminho iria percorrer a sua leitura,provavelmente aquele que lhe parecia mais conveniente.
Justamente neste ato de escolha é que abrimos o ponto mais negativo deste diálogo, pois surgem diversas interpretações, diversas opiniões acima de um mesmo texto, opiniões que muitas vezes podem fugir completamente da idéia fundamental e do diálogo real que o autor do texto pretendia estabelecer.
"Ao conceber a atividade da leitura como sendo um diálogo que se estabelece entre o leitor e o autor através do texto, nos deparamos com uma pluralidade da leituras. Em sua opinião, quais os pontos positivos e negativos desse fato para o ensino da leitura?"
Quando tomamos prazer pela leitura, percebemos que o ato de ler não significa simplesmente introduzir para nossa mente palavras expostas num papel,percebemos que o texto não está estático, morto.
Ao terminarmos um texto ou um livro, no qual o tema nos interessou bastante,notamos que houve algo diferente nesta leitura, conversamos com o autor, debatemos em nossa mente suas palavras, estabelecemos um diálogo entre indagações, descobertas, críticas e ousadias de ir além das palavras do texto. Ou seja, acabamos de realizar uma leitura prazerosa, dinâmica, e cheia de vida.
Nesta dinâmica, e provavelmente, neste debate entre autor e leitor, ocorreu a total autonomia do leitor que pode escolherer em qual caminho iria percorrer a sua leitura,provavelmente aquele que lhe parecia mais conveniente.
Justamente neste ato de escolha é que abrimos o ponto mais negativo deste diálogo, pois surgem diversas interpretações, diversas opiniões acima de um mesmo texto, opiniões que muitas vezes podem fugir completamente da idéia fundamental e do diálogo real que o autor do texto pretendia estabelecer.
domingo, 13 de junho de 2010
Resposta – A invenção da escrita
PERGUNTA - Renata Catib:
"A escrita cuneiforme possibilitou maiores nuances de sentidos e matizes de significados, possibilitando assim o registro de uma literatura muito mais rica e complexa. A sofisticação na escrita aumentou muito, mas será que a escrita pode ser considerada tão rica ou eficiente quanto a nossa linguagem oral?"
A linguagem escrita sem dúvida obteve um progresso muito considerável e cada vez mais se aproximou da linguagem oral em termos de eficiência, porém, a meu ver jamais terá a qualidade mais apreciada que linguagem oral possui e permite: possibilidade de relacionamento.
Nos dias atuais, com a escrita sofisticada e eficiente, podemos observar em muitos casos, uma substituição da linguagem oral pela linguagem escrita, principalmente com o avanço da tecnologia, onde os e-mails, orkuts e mensagens de textos, suprem de certa forma o relacionamento entre pessoas. Os homens contemporâneos estão muito mais “frios”, ativistas e fast food, onde a falta de tempo justifica a falta de relacionamento. E dentro deste contexto a linguagem escrita ganha ainda mais espaço, enquanto a oral fica tão esquecida quanto o contato físico e afetivo.
"A escrita cuneiforme possibilitou maiores nuances de sentidos e matizes de significados, possibilitando assim o registro de uma literatura muito mais rica e complexa. A sofisticação na escrita aumentou muito, mas será que a escrita pode ser considerada tão rica ou eficiente quanto a nossa linguagem oral?"
A linguagem escrita sem dúvida obteve um progresso muito considerável e cada vez mais se aproximou da linguagem oral em termos de eficiência, porém, a meu ver jamais terá a qualidade mais apreciada que linguagem oral possui e permite: possibilidade de relacionamento.
Nos dias atuais, com a escrita sofisticada e eficiente, podemos observar em muitos casos, uma substituição da linguagem oral pela linguagem escrita, principalmente com o avanço da tecnologia, onde os e-mails, orkuts e mensagens de textos, suprem de certa forma o relacionamento entre pessoas. Os homens contemporâneos estão muito mais “frios”, ativistas e fast food, onde a falta de tempo justifica a falta de relacionamento. E dentro deste contexto a linguagem escrita ganha ainda mais espaço, enquanto a oral fica tão esquecida quanto o contato físico e afetivo.
domingo, 23 de maio de 2010
Para refletir!
O texto “A história da leitura”, apresenta a passagem da leitura oral para a silenciosa, colocando a leitura silenciosa em evidencia como um ganho histórico. Com base no texto e levando em consideração suas experiências pessoais, reflita sobre a diferente sensação, interpretação e atenção que se dá a um texto lido silenciosamente por você, e um lido em voz alta para você.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Resumo - Os leitores silenciosos
Alberto Manguel apresenta em seu texto “Os Leitores Silenciosos”, a passagem da leitura oral para a leitura silenciosa que se deu entre os sécs. IV ao XII. Coloca como referência deste processo Santo Agostinho, e como adepto da leitura silenciosa o Bispo Ambrósio. Apresenta costumes, valores morais e religiosos que conduziam a sociedade à leitura oral como única naquele período. E relata que através do advento da leitura silenciosa, o formato e a maneira de escrever um texto começou a se adaptar, adequando cada vez mais com o formato de texto que conhecemos hoje. Embora a abertura para essas mudanças tenha sido benquista, houve uma renuncia do clero, no começo do séc. XII, julgando hereges os homens que praticavam a leitura silenciosa, condenando muitos a pena de morte.
Antes do séc. X a leitura era realizada apenas em voz alta, as palavras escritas eram feitas para serem pronunciadas oralmente, as palavras eram signos de sons, para os leitores da época, ler era o mesmo que conversar com o autor do texto, quando este estava ausente. Acreditavam que as palavras faladas eram a alma do texto, e que, em quanto o escrito permanecia no papel o pronunciado era capaz de voar e ter vida. O leitor tinha por obrigação emprestar a voz às letras silenciosas e transformá-las em palavras vivas.
A leitura oral, também era considerada sagrada, e nada do divino poderia se perder na leitura. A própria leitura era um ato sagrado, e vinha acompanhada de rituais e muita fé.
A leitura em voz alta estava presente dentro das bibliotecas, todos que a freqüentava eram acostumados a ler com barulho, não há registros de queixas, talvez não escutassem o alarido, talvez não soubessem que era possível ler de outra maneira.
Dentro deste contexto, em 383, estava Santo Agostinho, conhecido apenas como professor de retórica latina, este chegou em Milão com o intento de lecionar, lá reencontrou um antigo amigo de sua mãe, o bispo da cidade, Ambrósio, e foi a partir deste contato que as indagações sobre a leitura começou a fazer parte de sua rotina.
Ambrósio era um orador extremamente popular, no entanto seu maior prazer era ficar sozinho lendo em voz baixa, jamais lia em voz alta. Para Agostinho, ler era uma forma de pensar e falar, e era uma habilidade oral: oratória, e pregação, não concebia a idéia da leitura silenciosa.
As leituras eram públicas e os textos medievais necessitavam de ouvidos, ou seja, público. Por esse motivo, os textos obedeciam a um formato adequado para o tipo de leitura, as letras não eram separadas, mas sim amarradas em frases contínuas, por isso tinham formatos de carretéis de letra. Este tipo de escrita, em rolos, também não separavam minúsculas de maiúsculas e nem utilizavam pontuação, eram textos direcionados a quem sabia lê-los, a quem já era acostumado a ler em voz alta, desembaralhando as palavras antes de pronunciá-las. Os textos tinham a necessidade de serem ensaiados antes de serem lidos ao público, pois poderiam espalhar diversas interpretações.
Com intuito de auxiliar os leitores não muito habituados o texto começou a ganhar novos formatos e pontuações, primeiro com o surgimento do códice, (papiro encadernado e manuscrito em escrita contínua) adotado pelos cristãos primitivos, depois a separação das palavras, dividindo o texto em linhas de significado.
Foram através dessas primeiras modificações que surgiu o incentivo à leitura silenciosa, e causou uma série de modificações dentro do scriptoriums, nas bibliotecas e nos leitores habituais, assim como em Agostinho, o qual viveu uma passagem da leitura em voz alta para leitura silenciosa, percebendo há existência de uma melhor assimilação quando a leitura bíblica era realizada em silêncio.
Após o séc. VII, surgiu uma maior combinação de pontuação, e no séc. IX os escribas já estavam habituados com o novo modelo de escrita, introduzindo mais modificações para simplificar a leitura do texto. A partir de então, tais mudanças não cessaram, aproximando cada vez mais o texto medieval do modelo que utilizamos atualmente.
A leitura silenciosa, por sua vez, veio trazer uma melhor compreensão à medida que seu leitor pôde através dela: refletir mais sobre o assunto lido; ler de acordo com seu tempo; realizar comparações com outros livros guardados em sua memória; e carregar o livro como objeto íntimo e pessoal.
Com o passar dos sécs, através da leitura silenciosa alguns dogmatistas perceberam uma série de heresias se formando ao redor do livro sagrado. No séc. XII, a igreja instituiu a pena de morte, condenando muitos hereges a fogueira, por considerá-los leitores independentes perigosos. A leitura silenciosa e oral começou a ser alvo de discussões e de perseguições dentro das igrejas, uns diziam que a leitura da palavra de Deus deveria ser realizada por si mesmas; enquanto outros diziam que o livro no qual a igreja havia sido fundada deveria permanecer um mistério.
Antes do séc. X a leitura era realizada apenas em voz alta, as palavras escritas eram feitas para serem pronunciadas oralmente, as palavras eram signos de sons, para os leitores da época, ler era o mesmo que conversar com o autor do texto, quando este estava ausente. Acreditavam que as palavras faladas eram a alma do texto, e que, em quanto o escrito permanecia no papel o pronunciado era capaz de voar e ter vida. O leitor tinha por obrigação emprestar a voz às letras silenciosas e transformá-las em palavras vivas.
A leitura oral, também era considerada sagrada, e nada do divino poderia se perder na leitura. A própria leitura era um ato sagrado, e vinha acompanhada de rituais e muita fé.
A leitura em voz alta estava presente dentro das bibliotecas, todos que a freqüentava eram acostumados a ler com barulho, não há registros de queixas, talvez não escutassem o alarido, talvez não soubessem que era possível ler de outra maneira.
Dentro deste contexto, em 383, estava Santo Agostinho, conhecido apenas como professor de retórica latina, este chegou em Milão com o intento de lecionar, lá reencontrou um antigo amigo de sua mãe, o bispo da cidade, Ambrósio, e foi a partir deste contato que as indagações sobre a leitura começou a fazer parte de sua rotina.
Ambrósio era um orador extremamente popular, no entanto seu maior prazer era ficar sozinho lendo em voz baixa, jamais lia em voz alta. Para Agostinho, ler era uma forma de pensar e falar, e era uma habilidade oral: oratória, e pregação, não concebia a idéia da leitura silenciosa.
As leituras eram públicas e os textos medievais necessitavam de ouvidos, ou seja, público. Por esse motivo, os textos obedeciam a um formato adequado para o tipo de leitura, as letras não eram separadas, mas sim amarradas em frases contínuas, por isso tinham formatos de carretéis de letra. Este tipo de escrita, em rolos, também não separavam minúsculas de maiúsculas e nem utilizavam pontuação, eram textos direcionados a quem sabia lê-los, a quem já era acostumado a ler em voz alta, desembaralhando as palavras antes de pronunciá-las. Os textos tinham a necessidade de serem ensaiados antes de serem lidos ao público, pois poderiam espalhar diversas interpretações.
Com intuito de auxiliar os leitores não muito habituados o texto começou a ganhar novos formatos e pontuações, primeiro com o surgimento do códice, (papiro encadernado e manuscrito em escrita contínua) adotado pelos cristãos primitivos, depois a separação das palavras, dividindo o texto em linhas de significado.
Foram através dessas primeiras modificações que surgiu o incentivo à leitura silenciosa, e causou uma série de modificações dentro do scriptoriums, nas bibliotecas e nos leitores habituais, assim como em Agostinho, o qual viveu uma passagem da leitura em voz alta para leitura silenciosa, percebendo há existência de uma melhor assimilação quando a leitura bíblica era realizada em silêncio.
Após o séc. VII, surgiu uma maior combinação de pontuação, e no séc. IX os escribas já estavam habituados com o novo modelo de escrita, introduzindo mais modificações para simplificar a leitura do texto. A partir de então, tais mudanças não cessaram, aproximando cada vez mais o texto medieval do modelo que utilizamos atualmente.
A leitura silenciosa, por sua vez, veio trazer uma melhor compreensão à medida que seu leitor pôde através dela: refletir mais sobre o assunto lido; ler de acordo com seu tempo; realizar comparações com outros livros guardados em sua memória; e carregar o livro como objeto íntimo e pessoal.
Com o passar dos sécs, através da leitura silenciosa alguns dogmatistas perceberam uma série de heresias se formando ao redor do livro sagrado. No séc. XII, a igreja instituiu a pena de morte, condenando muitos hereges a fogueira, por considerá-los leitores independentes perigosos. A leitura silenciosa e oral começou a ser alvo de discussões e de perseguições dentro das igrejas, uns diziam que a leitura da palavra de Deus deveria ser realizada por si mesmas; enquanto outros diziam que o livro no qual a igreja havia sido fundada deveria permanecer um mistério.
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