
O Corvo
Poema de Edgar Allan Poe
Tradução de Fernando Pessoa
Um poema narrado em primeira pessoa, o qual trata dos problemas da alma de um homem na sua maior intimidade e solidão, em seu poema ele utiliza muitas palavras que nos remetem ao inferno.
O que senti ao lê-lo!?
Na primeira estrofe do poema não compreendi absolutamente nada, precisei voltar e lê-la novamente pensando comigo mesma o quanto precisava mergulhar no poema para compreendê-lo e assim fazer algum sentido para mim.
Nas próximas 4 estrofes, mergulhei, compreendi e estava me divertindo, de repente, como num súbito, eu despertei para vida real, para o barulho que me cercava, para as pessoas que falavam comigo.... Assim me distraindo demorei novamente para retomar o prazer de lê-lo, então tive pressa e muita vontade de me concentrar.
Li uma única estrofe três vezes seguida e segui minha viagem naquele poema, agora sem me preocupar em entendê-lo, mas sim em terminá-lo, foi aí que todo o barulho em minha volta ficou ainda maior, e tudo que me vinha à cabeça era o barulho, inclusive grande de mais para uma concentração de leitura. Falei comigo mesma... “Não, não posso fazer assim, apenas olhar um mar de palavras, preciso associá-las”, aí continuei mais lentamente, mas meu corpo falou mais alto, quando estava quase para terminar o poema, parei, peguei uma bala, me espreguicei e vi se havia ligações em meu celular.. Foi depois desse acontecimento que terminei lendo com pressa e ansiedade, pois minha maior preocupação era acabar logo para dizer o quanto esta leitura dentro desse enorme contexto foi cansativa para mim. Definitivamente tenho que estar concentrada e ter um bom propósito para que minha leitura seja prazerosa e tenha êxito.
Poema de Edgar Allan Poe
Tradução de Fernando Pessoa
Um poema narrado em primeira pessoa, o qual trata dos problemas da alma de um homem na sua maior intimidade e solidão, em seu poema ele utiliza muitas palavras que nos remetem ao inferno.
O que senti ao lê-lo!?
Na primeira estrofe do poema não compreendi absolutamente nada, precisei voltar e lê-la novamente pensando comigo mesma o quanto precisava mergulhar no poema para compreendê-lo e assim fazer algum sentido para mim.
Nas próximas 4 estrofes, mergulhei, compreendi e estava me divertindo, de repente, como num súbito, eu despertei para vida real, para o barulho que me cercava, para as pessoas que falavam comigo.... Assim me distraindo demorei novamente para retomar o prazer de lê-lo, então tive pressa e muita vontade de me concentrar.
Li uma única estrofe três vezes seguida e segui minha viagem naquele poema, agora sem me preocupar em entendê-lo, mas sim em terminá-lo, foi aí que todo o barulho em minha volta ficou ainda maior, e tudo que me vinha à cabeça era o barulho, inclusive grande de mais para uma concentração de leitura. Falei comigo mesma... “Não, não posso fazer assim, apenas olhar um mar de palavras, preciso associá-las”, aí continuei mais lentamente, mas meu corpo falou mais alto, quando estava quase para terminar o poema, parei, peguei uma bala, me espreguicei e vi se havia ligações em meu celular.. Foi depois desse acontecimento que terminei lendo com pressa e ansiedade, pois minha maior preocupação era acabar logo para dizer o quanto esta leitura dentro desse enorme contexto foi cansativa para mim. Definitivamente tenho que estar concentrada e ter um bom propósito para que minha leitura seja prazerosa e tenha êxito.

2 comentários:
Samanta, o que fazer quando a leitura se realiza assim de forma tão conturbada e a atividade parece tão perdida? Que atitude deve ter esse leitor se de fato ele pretende realizar uma boa leitura?
Beijinho, Márcia.
Resposta à pergunta da Márcia.
Não costumo realizar leituras conturbadas, já sabendo que eu necessito de silêncio e concentração para efetuar minha leitura eu busco um lugar tranqüilo e momento oportuno para fazê-la. No entanto o barulho e a confusão (pelo fato que a conexão da Internet estava lenta demais) da sala de aula estavam exacerbados, não há quem consiga se concentrar em um ambiente como aquele estava, pensei por um momento até mesmo que era proposital. Com certeza se a atividade fosse entender o poema eu teria saído da sala de aula, leria em um lugar mais calmo e depois retornaria para sala a fim de concluir meu trabalho.
Beijos
Samanta
Postar um comentário