
Já sei, já disse que sei a importância de toda leitura.
Posso ter minha preferência.
Devo ter minha precedência.
A brasileira é minha casa, minha literatura.
Não posso negar das simples palavras sua leveza.
Nem do humilde escrever tamanha sutileza.
Vem ao meu encontro como parte do que é meu.
Texto singelo, sou por inteira eu.
Não há como fugir da minha raiz e cultura.
Da minha brasileiridade em forma de escultura.
Leio descalço, desnudo de mim.
Na rede da varanda não preciso do fim.
Não se faz esforço, entrosamento, procura.
É assim, basta à leitura sua própria leitura.
Posso ter minha preferência.
Devo ter minha precedência.
A brasileira é minha casa, minha literatura.
Não posso negar das simples palavras sua leveza.
Nem do humilde escrever tamanha sutileza.
Vem ao meu encontro como parte do que é meu.
Texto singelo, sou por inteira eu.
Não há como fugir da minha raiz e cultura.
Da minha brasileiridade em forma de escultura.
Leio descalço, desnudo de mim.
Na rede da varanda não preciso do fim.
Não se faz esforço, entrosamento, procura.
É assim, basta à leitura sua própria leitura.

3 comentários:
que texto lindo! eu adorei, principalmente o ultimo verso :D
Você que escreveu Samanta?
Aí, Samanta, lindo poema! Ficou muito bom!
Beijo, Márcia.
Adorei !
Ficou leve, ficou bonito.
Me lembra cordel!
Beijos.
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